Pressão estética: madrinha da Tatuapé não desfila em 2027

Karol Rosalin não desfilará pela Acadêmicos do Tatuapé no Carnaval de 2027. Em relato divulgado em 28 de outubro de 2026, a influenciadora atribuiu a decisão à pressão estética e ao desgaste com os bastidores.

A saída acontece após a estreia de Rosalin como madrinha de bateria da escola no Carnaval de São Paulo de 2026. Ela disse que, mesmo com preparação, sentia que sempre havia algo em seu corpo que precisava melhorar.

As declarações de Rosalin abordam a cobrança sobre a aparência no samba e a experiência com a Acadêmicos do Tatuapé. A influenciadora também mencionou que a comparação entre mulheres e os egos nos bastidores pesaram em sua decisão.

Antes de estrear na avenida, em 2026, Rosalin cogitou fazer uma harmonização nos glúteos e desistiu, segundo relato publicado à época. A experiência inclui ainda uma preparação física intensa e críticas ao foco na aparência.

Por que Karol Rosalin desistiu de desfilar em 2027

Ao descrever a estreia à frente da bateria da Acadêmicos do Tatuapé, Karol Rosalin disse que se dedicou intensamente à experiência. Segundo a influenciadora, porém, o empenho não impediu que ela sentisse que seu corpo continuava sendo avaliado.



Rosalin relatou que a atenção se desviava do samba para características físicas, como o tamanho dos glúteos e a definição muscular. A cobrança, afirmou, envolvia também a expectativa de que houvesse algo a modificar em sua aparência.

Nos bastidores, a influenciadora apontou que os egos e a comparação entre mulheres contribuíram para o desgaste. Ela descreveu como tóxico um ambiente em que a competição se sobrepõe à experiência e disse que não queria viver tentando corresponder ao que esperavam de uma madrinha de bateria.

Preparação física e desgaste nos bastidores do Carnaval

Para a estreia no Carnaval de São Paulo de 2026, a preparação de Rosalin incluiu, segundo seu relato, um “treino militar”. Ela também contou que consumiu 500 ovos em cerca de 20 dias durante esse período.

A influenciadora afirmou que esperava precisar de fôlego, resistência e dedicação para desfilar. O que a surpreendeu foi perceber que a conversa sobre a preparação frequentemente retornava à aparência, com cobranças sobre medidas e definição do corpo.

Rosalin também defendeu a possibilidade de construir um corpo definido sem recorrer a substâncias para ganhar massa muscular. Em 2024, ela havia sido eleita pela Playboy Austrália como “mulher fitness perfeita”, reconhecimento que antecedeu sua participação como madrinha da Tatuapé.



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